segunda-feira, 25 de novembro de 2013

Produção de texto - aluna Elisângela

Descritiva/narrativa
Aluna: Elisângela Candido Martins  – 8º ano – Ensino Fundamental
Professora: Leila Aparecida da Silva
Disciplina: Língua Portuguesa

Tema: Livre
Isa, a Bela
Isa era uma menina de 12 anos que morava em uma aldeia indígena. Ela era considerada por todos, a menina mais bonita da aldeia. Ela tinha a pele clara, cabelos longos, tinha um corpo bonito e era invejada por várias meninas que também moravam na aldeia.
Toda vez que alguém se referia a ela, dizia “Isa a bela” e isso aumentava mais a raiva das outras meninas. Mas Isa não ligava, pois ela era muito feliz e queria ser amiga de todas as pessoas que moravam na sua aldeia.
Morava com sua mãe, pois seu pai morreu quando ela tinha apenas 2 anos de idade. Mas nunca reclamou de sua vida. Quando estava triste ou em dúvida, sempre conversava com seu melhor amigo – seu cachorro Tupã.
Isa sempre foi uma boa filha. Ajudava sua mãe nos deveres de casa e todas as tardes ia brincar com suas colegas.
Um dia, depois de tanto brincar, Isa chegou em casa, tomou banho, jantou e foi dormir. Durante seu sono, teve um sonho. Sonhou que era uma sementinha e alguém pegou e a plantou e dessa sementinha começou a crescer uma árvore muito bonita, toda copada e começou a florir. Só que a flores tinha o formato de estrelas e cada estrela tinha uma letra gravada e essas letras, quando se juntavam, formava seu nome “Isa a Bela”.
Isa acordou muito feliz porque tinha entendido o significado de seu sonho. Ela era uma menina querida por todos que a conhecia e tinha que ser como aquela árvore, que não só irradiava beleza, mas servia a todos com sua sombra e seus frutos.

Então Isa decidiu que daria o melhor de si e se dedicaria intensamente ao próximo.

Paródia

paródia
Aluna: Letícia Kettlyn da Silva – 1º ano – Ensino Médio
Professora: Leila Aparecida da Silva
Disciplina: Arte

Tema: Consciência Negra
Música parodiada: Romântica – Rio Negro e Solimões

Quilombo
Venha comigo venha conhecer
Meu quilombo vai te encantar
Deixar na alma essa vontade
E aqui poder voltar
Eu sei gostou, emocionou-se aqui, em Furnas
Não sei viver sem ti, não quero mais apenas ser turista.

É um pecado sem explicação
A chicotada em nosso irmão
Em nosso quilombo não há medos, sempre buscamos uma solução
Furnas é vida, é luta, é beleza, nosso quilombo.

Venha comigo venha conhecer
Meu quilombo vai te encantar
Deixar na alma essa vontade
E aqui poder voltar
Eu sei gostou, emocionou-se aqui, em Furnas
Não sei viver sem ti, não quero mais apenas ser turista.

É um pecado sem explicação
A chicotada em nosso irmão
Em nosso quilombo não há medos, sempre buscamos uma solução

Furnas é vida, é luta, é beleza, nosso quilombo.

Consciência Negra - Poesia

             Poesia
Aluna: Letícia Kettlyn da Silva – 1º ano – Ensino Médio
Professora: Leila Aparecida da Silva
Disciplina: Literatura
Tema: Consciência Negra

20 de Novembro
20 de novembro dia da Consciência Negra!
Orgulho da nação!
Que põe fim à escravidão!

Hoje não é dia de cerimônia
E muito menos de ter vergonha
Não temos vergonha da nossa cor
Em nossa cor eu dou valor.

Preste muita atenção!
Negros não são escravos não!
Para pra pensar!
Preconceito só nos fará chorar!

No dia 20 de novembro vamos comemorar
As nossas lágrimas limpar
Lágrimas da ação
Da discriminação.
Vamos sorrir!!!
Sorriso de amor
Amor por nossa cor
Viva nosso dia!
Dia de alegria...
Dia da Consciência Negra!
Povo de Furnas...

Sorria!!!

Produção de texto - dissertação

Texto dissertativo
Aluna: Miriã Pereira – 3º ano – Ensino Médio
Professora: Leila Aparecida da Silva
Disciplina: Língua Portuguesa

Tema: O reconhecimento que o povo negro tem recebido da sociedade.

Negro, povo de coragem
A cada ano que passa, o povo brasileiro tem colocado de lado o preconceito, assumindo seu papel como cidadão e, ajudando o seu próximo, dando chance para outros povos encontrarem o seu lugar.
Temos como exemplo, o povo negro, que vem lutando por seus direitos e cumprindo os seus deveres como cidadãos. A luta desse povo não começa nessa década, pois desde os tempos da escravidão eles vêm lutando para garantir um futuro melhor.
Nos dias de hoje, os negros têm recebido os mesmos direitos que os brancos, porém, essa luta foi muito difícil, mas conseguiram o seu reconhecimento. A vida deles mudou e, hoje, trabalham, estudam, são pessoas como nós, não tem mais vergonha de dizer “Eu sou negro”, pois a sociedade está de braços abertos para recebê-los e ajudá-los.
Em 13 de maio de 1966 foi lançado o PNDH (Programa Nacional de Direitos Humanos), que tem como compromisso, combater as desigualdades raciais. Isso foi um marco para a sociedade, além disso, temos a “Conferência Mundial contra o Racismo, a Discriminação Racial, a Xenofobia e Formas Correlatas de Intolerância,” que foi realizada na África do Sul, em 2001. O Brasil teve uma grande participação, expondo seus objetivos e ideias para a melhoria de todos.

Assim, como foi firmado pela Declaração de Durban, todos devem ter seus direitos, e, não só em um ponto, mas sim em todos os lugares e que sintam-se bem no que fazem, pois dando-lhes oportunidades iguais e dignas, o negro contribuirá em muito com a sociedade. 

sexta-feira, 8 de novembro de 2013

Planejamento de aula de Arte



DEDICADO AO DIA DA CONSCIÊNCIA NEGRA
 
6º e 7º ano – Arte – Mês de Novembro


Conteúdo
Cultura afro-brasileira.

Objetivos
- Aprender a respeitar e a valorizar a cultura afro-brasileira;
- Reconhecer a importância da cultura e do povo africano na formação da cultura e identidade nacional;
- Conhecer a História do Dia da Consciência Negra e saber quem foi e qual a importância do personagem Zumbi dos Palmares;
- Elaborar desenhos ou pinturas, colagens, jograis, que sintetizem elementos do contexto cultural dos alunos;
- Representar elementos da cultura afro-brasileira ( Capoeira, instrumentos musicais, entre outros).

Metodologias

Aula 1

Conhecendo um pouco da cultura afro-brasileira...   

Iniciarei a aula, distribuindo a cada aluno uma cópia do texto “Você conhece a África?”, para ser lido e discutido pela turma.
Fonte: https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEizWf_HDxRihW7MIpCJblz5OMnEsNbWMuWkklBhF7hlDOVY2XRdZdAZAzQKkQMGB2FQdPA2I4vk6zY8EOm7tUt59ekkCF8EDkoi2XD4uHg-mUoDrs7ks5eGyZ-CvQbTlTUJxdnesuUIZxr7/s1600/Dia+da+Consci%C3%AAncia+Negra0001.jpg      Após a leitura, será solicitado aos alunos que comentem sobre as informações que consideram interessantes e que destaquem os pontos em comum entre a cultura africana e a brasileira.   
Em seguida, a fim de ampliar a discussão sobre a influência dos povos africanos na formação da cultura e identidade brasileira, os alunos assistirão ao vídeo:
http://4.bp.blogspot.com/--vUKjisWImY/TsHNRkRSE0I/AAAAAAAABE4/bQNiKtsWf0c/s320/O+CABELO+DE+LEL%25C3%258A.jpg

Aula 2

Conhecendo a história do Dia da Consciência Negra: quem foi Zumbi dos Palmares?    

Iniciarei este momento perguntando aos alunos se eles sabem qual é a data em que se comemora o Dia da Consciência Negra e por que se comemora este dia.   
Após ouvir as opiniões dos alunos, a fim de conhecer a História do Dia da Consciência Negra e saber quem foi e qual a importância do personagem Zumbi dos Palmares, distribuirei uma cópia de parte do texto “História do Dia Nacional da Consciência Negra”, para ser lido e debatido por toda a turma. O referido texto pode ser encontrado acessando o link:

Aulas 3 e 4
Os alunos assistirão ao vídeo:
  
   Dia da Consciência Negra (Música: O canto das três raças - Clara Nunes)    
Ao término da apresentação do vídeo, será aberto espaço aos alunos para que façam perguntas e comentem sobre as informações relativas ao Dia da Consciência Negra e do líder guerreiro Zumbi dos Palmares.   
Por fim, os alunos organizados em duplas, deverão produzir desenhos ou pinturas, colagens, jograis, que sintetizem elementos do contexto cultural dos alunos, representando elementos da cultura afro-brasileira ( Capoeira, instrumentos musicais, entre outros).
Essas atividades vêm como culminância do projeto Furnas – Conhecendo suas origens.

Tempo estimado
Quatro aulas.
Materiais necessários

- Sala de tecnologia/Computador;
- Aparelho de TV e DVD;
- Cartolina;
- Pincel atômico;
- Papel pardo;
- Tinta guache;
- Revistas;
- Canetinhas.

Avaliação
A avaliação será contínua através de:
Participação;
Desempenho;
Criatividade;
Trabalho em equipe;
Realização das atividades propostas.







_____________________                                      _______________________
Coordenador Pedagógico                                                  Professora

Alunos em entrevistas e digitalização






Entrevista - Alunas Miriã e Regiane



Escola Estadual Zumbi dos Palmares
Professora: Leila Aparecida a Silva
Alunas: Miriã Pereira
 Regiane Theodoro
Turma: 3º ano – Ensino Médio
Disciplina: Língua Portuguesa
Entrevistada: Maria Aparecida – Presidenta da Associação dos Pequenos Produtores Rurais de Furna do Dionísio.

 

Criação de Furnas do Dionísio
1)      Quando foi fundada a Comunidade Quilombola de Furnas do Dionísio?
R: Em 1888
2)      Qual o nome do fundador?
R: Dionísio Antonio Viera
3)      O que levou o fundador a criar Furnas do Dionísio?
R: Ao certo não se sabe o que levou Dionísio a fundar Furnas, mas os moradores falam que ele estava de passagem e achou o lugar interessante, então ele voltou para Minas Gerais, juntou moedas e voltou para comprar o local. Foi a coisa certa que ele fez, pois muitas pessoas podiam tomar a terra, mas ele agiu certo.
4)      Quantas pessoas existiam antes da fundação?
R: “Não havia ninguém, pois era tudo mato”.
5)       Após a fundação, quantas famílias habitam na comunidade?
R: 95 famílias
6)      De onde veio o nome “Furnas do Dionísio”?
R: Furnas: Um lugar cercado de serras e buracos; Dionísio: de seu próprio nome.
7)      O que levou o fundador colocar este nome na comunidade?
R: “Para mim, o motivo de ser um lugar fechado”.
8)      De onde veio o fundador?
R: Minas Gerais, de uma região chamada Salinas.
9)      Para a senhora foi importante a criação desta comunidade?
R: “Sim, porque hoje vivem aqui pessoas onde podem ser elas mesmas, todas têm suas moradias, e somos uma comunidade bastante unida. Aqui a comunidade é bem tradicional e é bastante reconhecida em todos os lugares”.
10)   Entre as melhorias para a comunidade, qual foi a mais importante para a história de Furnas?
R: “As casas, pois antes morávamos em casas de tábua e nem todos tinham, porque as famílias não tinham condições, e era tudo feito no braço. Hoje já somos vitoriosos, pois todos nós temos onde morar.”
11)   O que a senhora acha que deve ser feito para a melhoria da comunidade?
R: “Não só pra comunidade, mas pra todos que visitam Furnas, é de suma importância uma torre de celular, pois aqui não tem e faz muita falta para todos nós.”